Todos os anos, o Mobile World Congress reúne em Barcelona as empresas que estão a definir o futuro da tecnologia.
Mas o futuro nem sempre é reconhecido pelo que é espetacular. Por vezes, é reconhecido pelo que é necessário.
Este ano, a SPC chega ao MWC com mais do que apenas uma nova solução. Chega com o culminar de uma evolução que se tem vindo a desenvolver há algum tempo. Uma forma diferente de compreender o cuidado, a integração tecnológica e o papel que uma empresa europeia pode desempenhar face aos grandes desafios da atualidade.
De um modelo reativo para uma forma mais humana de cuidar.
A Europa está a envelhecer. Estamos a viver mais tempo, e isso é uma boa notícia. Mas também estamos a viver mais tempo com doenças crónicas, sistemas de saúde sobrecarregados e famílias que nem sempre podem estar fisicamente próximas.
Durante muito tempo, o atendimento domiciliário foi reativo. Esperava que algo acontecesse. Uma queda. Um telefonema. Uma emergência.
Mesmo rodeadas de dispositivos e aplicações, muitas soluções funcionam isoladamente. Sem integração, não há contexto. E sem contexto, é impossível antecipar. Quando falamos de idosos que desejam continuar a viver de forma independente nas suas próprias casas, antecipar as suas necessidades não é uma melhoria tecnológica. É uma necessidade humana fundamental.

ZEUS HALO: o núcleo inteligente da casa conectada
Neste contexto, apresentamos o ZEUS HALO no MWC, uma plataforma inteligente de teleassistência concebida para transformar o modelo tradicional de cuidados.
O ZEUS HALO funciona como o núcleo digital da casa conectada.
- Aprenda rotinas, hábitos e padrões de comportamento.
- Deteta desvios relevantes antes que se tornem emergências.
- Gera alertas preventivos para familiares, cuidadores ou plataformas profissionais.
Mas, para além da tecnologia, o que muda é a experiência.
Quando um sistema consegue interpretar o contexto, a intervenção pode ocorrer mais rapidamente. A incerteza diminui. A tranquilidade aumenta.
Aqui, a inteligência artificial não substitui ninguém. Não substitui uma chamada telefónica de uma criança ou a perspetiva de um profissional. Amplia a capacidade de cuidar. Além disso, o ZEUS HALO não só previne problemas, como também oferece suporte, sugerindo atividades, facilitando as videochamadas e promovendo as ligações sociais.
Porque a solidão também representa um risco, e o bem-estar emocional faz parte da saúde.
Não queremos uma tecnologia que monitorize. Queremos uma tecnologia que esteja presente sem ser intrusiva.

Um passo coerente com a nossa evolução.
A apresentação do ZEUS HALO no MWC não é um evento isolado. É a expressão mais visível da evolução que a SPC está a sofrer.
Durante quase quatro décadas, desenvolvemos dispositivos para particulares e empresas. Nos últimos anos, temos vindo a concentrar-nos particularmente na tecnologia para os idosos, não como mais uma categoria, mas como uma responsabilidade.
Esta experiência levou-nos a compreender que o futuro não está em adicionar dispositivos, mas sim em integrá-los. Em conectar dados, sistemas e pessoas sob uma visão única.
A SPC continua a ser um fabricante. Mas hoje é também uma consultoria estratégica em tecnologia. Concebe soluções completas, integra sistemas e apoia organizações e instituições em processos de transformação onde o produto é apenas uma parte do todo.
ZEUS HALO exemplifica esta nova etapa.
human by design, também presente no MWC.
Estar presente no MWC significa fazer parte da conversa global sobre o futuro da tecnologia. Para a SPC, este futuro não se mede apenas na velocidade ou no poder de processamento. Mede-se pelo impacto no mundo real.
O conceito de "human by design" significa que todo o avanço tecnológico deve responder a uma pergunta simples: será que melhora realmente a vida de alguém?
No caso do ZEUS HALO, a resposta traduz-se numa maior autonomia para os idosos, maior tranquilidade para as famílias e modelos de cuidados mais sustentáveis para os sistemas de saúde que necessitam de evoluir.
Quando a tecnologia é concebida com um propósito, não só funciona melhor, como também demonstra uma maior preocupação com o utilizador.
E era isso que queríamos partilhar no Mobile World Congress.