SPC, com uma longa experiência no desenvolvimento de dispositivos acessíveis e seguros para toda a família, reúne vários conselhos para aplicar no uso dos dispositivos com o objetivo de melhorar a segurança informática e fomentar hábitos digitais adequados para toda a família.
Fomentar hábitos de segurança digital em crianças e pessoas idosas é essencial para os proteger dos riscos tecnológicos. O 58,7% das famílias com pessoas idosas ao seu cuidado indica as chamadas fraudulentas como a principal preocupação tecnológica para os seniores, o que sublinha a necessidade de ferramentas para melhorar a segurança dos seus dispositivos.
Portugal encontra-se na lista restrita dos países com maior incidência em ciberataques entre os europeus, situando-se na quinta posição segundo um relatório da Microsoft Digital Defense. Quase a totalidade dos ataques está relacionada com a fuga de dados, que permite aos cibercriminosos decifrar palavras-passe e assim aceder a informação sensível com fins económicos. Este aumento das ameaças digitais convive com um uso cada vez mais intensivo e generalizado de telemóveis inteligentes, tabletes, relógios inteligentes e dispositivos ligados, que podem ser vulneráveis a acessos indesejados se não forem tomadas as precauções necessárias.
Neste cenário, SPC, marca espanhola de eletrónica de consumo, recorda que proteger os nossos dispositivos é mais simples do que parece e oferece cinco recomendações para desfrutar da tecnologia com maior segurança:
1. Manter os dispositivos atualizados:
As atualizações não só acrescentam novas funções, como também incorporam melhorias de segurança que corrigem vulnerabilidades e ajudam a evitar acessos indesejados. Verificar se um dispositivo está atualizado é muito simples e na maioria dos telemóveis inteligentes e tabletes basta aceder às definições do sistema e entrar na secção de atualização do software para ver se há alguma versão pendente.
No caso das aplicações, convém rever de vez em quando a secção de atualizações disponíveis dentro da loja oficial do dispositivo para garantir que todas as apps têm as melhorias de segurança mais recentes.
2. Rever as permissões que concedemos às apps nos nossos dispositivos:
Com o passar do tempo, muitas aplicações acabam por acumular permissões que nem sempre são necessárias para o seu funcionamento. É habitual que algumas apps peçam acesso à localização, à câmara, ao microfone ou à agenda de contactos, mesmo quando não são necessárias para o seu funcionamento, expondo mais informação do que imaginamos. Rever estas permissões nas definições do dispositivo permite ter maior controlo sobre que dados partilhamos com cada aplicação e limitar aqueles que não sejam indispensáveis. Esta é uma forma simples de reforçar a privacidade e evitar possíveis riscos derivados de acessos desnecessários.
3. Redobrar a precaução ao ligar-se a redes públicas:
As redes abertas que encontramos em cafés, estações ou centros comerciais nem sempre oferecem as melhores garantias de segurança para os nossos dispositivos e os dados pessoais que contêm. Os telemóveis inteligentes e tabletes atuais contam com uma função de deteção de redes que avisa os utilizadores quando há uma rede pública aberta, mas esta função não analisa a segurança dessa rede. Nos dispositivos Android podes desativar esta deteção automática de redes Wi-Fi na secção Preferências de rede das Definições de Wi-Fi.
4. Ativar as funções de proteção integradas e fazer cópias de segurança:
Muitos dispositivos incorporam ferramentas de proteção que trabalham em segundo plano e ajudam a identificar comportamentos suspeitos, analisar aplicações ou alertar sobre possíveis riscos, como o Google Play Protect. Verificar que estas funções estão ativas acrescenta uma camada de segurança adicional sem necessidade de instalar programas de terceiros. Fazer cópias de segurança periódicas na nuvem ou num dispositivo externo permite assegurar que a informação essencial está protegida em caso de perda ou avaria técnica.
5. Promover hábitos de segurança informática entre crianças e pessoas idosas:
A proteção digital também implica acompanhar quem pode ser mais vulnerável aos riscos informáticos. No caso das crianças, é vital acompanhá-las no desenvolvimento de hábitos digitais seguros desde tenra idade e dotá-las da capacidade de identificar informação suspeita, evitar descarregamentos de fontes não verificadas e, especialmente, não partilhar dados pessoais online.
No caso das pessoas idosas, podem sentir-se inseguros ao lidar com alguns dispositivos e novidades tecnológicas. De facto, um dos problemas mais comuns no uso do telemóvel continua a ser a receção de chamadas fraudulentas ou de números desconhecidos. Segundo um estudo realizado pela SPC, o 58,7% dos familiares ou cuidadores indica este tipo de chamadas como o principal problema que os utilizadores seniores enfrentam no uso do seu telefone, acima de outros aspetos como ajustar o brilho ou o volume, compreender as notificações e geri-las ou enviar mensagens.
Perante esta situação, ferramentas como a aplicação gratuita SPC Care podem facilitar enormemente o seu dia a dia, pois permitem a familiares e cuidadores gerir remotamente certos aspetos do dispositivo do utilizador idoso, como a lista de contactos. As opções de adicionar, eliminar ou editar contactos vão ajudar-nos a educar os nossos idosos para que só respondam aos contactos favoritos ou até permitir-nos guardar números spam sob nomes chamativos como “NÃO ATENDER” ou “FRAUDE”, para garantir que não respondem a chamadas de números desconhecidos ou fraudulentos. Assim, reforça-se a autonomia digital das pessoas idosas, trazendo tranquilidade tanto a eles como aos seus familiares e cuidadores.
“Proteger os nossos dispositivos não deveria ser uma tarefa complexa. Com alguns hábitos incorporados na rotina digital, qualquer pessoa pode desfrutar da tecnologia com maior segurança e confiança. Na SPC acreditamos que a proteção não passa só pelo próprio dispositivo, mas também por acompanhar quem mais precisa para que possam relacionar-se com a tecnologia de forma simples, segura e à sua medida”, afirma Verónica Catediano, responsável de comunicação da SPC.
[button url="https://cdn.shopify.com/s/files/1/0506/9678/1998/files/MS_30_de_noviembre_-_Dia_de_la_Seguridad_Informatica_WEB.docx?v=1763978810"text="Descarregar"]