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Partilhar a lotaria pelo WhatsApp e pagar por Bizum: as chaves para o fazer sem sobressaltos este Natal

Cada vez mais portugueses organizam a partilha da lotaria de Natal pelo WhatsApp e pagam a sua parte do bilhete com Bizum. A SPC, marca espanhola de eletrónica de consumo, alerta para os erros mais comuns ao partilhar a sorte desta forma e recorda como o fazer com segurança para não ficar sem receber o prémio.

 

Com o Natal à porta, o tradicional sorteio da Lotaria volta a despertar a esperança em todo o país. Partilhar bilhetes com familiares, amigos ou colegas de trabalho é uma prática comum profundamente enraizada, embora a forma de o fazer tenha evoluído e as aplicações de pagamento imediato se tenham tornado as novas aliadas desta tradição. 

No final de 2024, mais de 28,2 milhões de pessoas podiam usar o Bizum como ferramenta para enviar dinheiro a amigos, familiares, assim como para cobranças e pagamentos nas Loterias e Apostas do Estado, entre outros. Durante o mês de dezembro, coincidindo com as festas natalícias, ultrapassaram-se os 100 milhões de operações mensais, um claro reflexo de como os pagamentos entre particulares já fazem parte da nossa vida digital quotidiana. Perante esta tendência, SPC, marca espanhola de eletrónica de consumo, recorda a importância de partilhar o bilhete e realizar os pagamentos da lotaria de Natal de forma segura e rastreável para evitar erros ou possíveis fraudes. A empresa partilha uma série de recomendações para desfrutar do sorteio mais esperado do ano de forma fácil e fiável. 

·         Especifique sempre no conceito do pagamento os dados chave: ao realizar o pagamento deve escrever o número do bilhete e a quantia que contribui para que o Bizum não seja apenas um movimento mais no histórico, mas que justifique a participação caso seja premiado. 

·         Acorde as condições da participação por escrito: além do pagamento digital, assinar um pequeno documento ou contrato informal que recolha dados básicos como nome de cada participante, quantia paga, número do bilhete, data do pagamento e uma data limite para realizar a contribuição pode tornar-se a melhor garantia contra possíveis dúvidas ou reclamações posteriores.

·         Guarde o comprovativo digital: fazer uma captura de ecrã do comprovativo e enviá-la pelo WhatsApp a todos os que partilham esse mesmo número é fundamental. Isto permite que todos os membros tenham conhecimento do acordo evitando discussões ou mal-entendidos. 

·         Verifique o número do destinatário antes de confirmar o envio nas apps de pagamento instantâneo: um único dígito mal escrito pode fazer com que transfira o dinheiro para a pessoa errada, e é uma operação que já não tem retorno. 

·         Faça as suas operações a partir de um ambiente seguro: nem todas as ligações são igualmente fiáveis, as redes Wi-Fi públicas são mais vulneráveis. Na hora de pagar ou enviar dinheiro, usar a rede móvel própria ou uma ligação privada é fundamental. Além disso, manter as apps bancárias atualizadas permite corrigir vulnerabilidades e ativar a verificação em dois passos ou biométrica blindará a operação contra os cibercriminosos.

·         Reclame o pagamento com a opção “Pedir dinheiro” ou “Dividir uma despesa”: para todos aqueles que partilham bilhete e sorte, precisamente uma das grandes vantagens das apps de pagamento instantâneo é a opção de poder reclamar diretamente o pagamento a cada participante. Neste caso, tem duas opções, ou solicitar o dinheiro a cada um dos responsáveis pela partilha com a função “Pedir dinheiro” ou usar a opção “Dividir uma despesa” para que a aplicação solicite a cada participante a sua parte automaticamente. 

·         Rejeite pedidos inesperados ou de contactos desconhecidos: o outro extremo do conselho anterior é “cair” na armadilha de aceitar um pedido de dinheiro de um número desconhecido. Por isso é imprescindível verificar sempre antes a identidade da pessoa por trás desse número que lhe está a pedir dinheiro antes de aceitar. O Instituto Nacional de Cibersegurança (INCIBE) alerta para fraudes nestas datas como o “Bizum inverso”, em que o burlão envia um pedido de dinheiro em vez de pagar.

 

Paga a sua parte do bilhete por Bizum… e se ganhar? O que deve saber para o receber 

A transformação digital não termina ao partilhar o bilhete, pois também mudou a forma de o receber. Graças à integração de ferramentas como o Bizum, hoje é possível participar, enviar dinheiro ou mesmo receber um prémio sem necessidade de dinheiro físico. 

Os prémios inferiores a 2000 euros podem ser levantados diretamente em qualquer ponto de venda oficial das Loterias e Apostas do Estado. Cada vez mais administrações permitem realizar este processo através do telemóvel, sem necessidade de dinheiro físico. No caso dos bilhetes adquiridos online, o valor do prémio é depositado automaticamente na conta do utilizador, sem necessidade de realizar qualquer outro procedimento. Por sua vez, os prémios superiores a 2000 euros devem ser levantados numa entidade bancária autorizada e nunca através de aplicações de pagamento instantâneo. 

Apesar de todas as facilidades, o bilhete continua a ser um documento físico ao portador, ou seja, só quem o tem em mão pode levantar o prémio. Nenhuma fotografia, Bizum ou conversa no WhatsApp substitui esse valor legal. Por isso, a SPC recomenda guardar o bilhete original num local seguro, protegido da humidade ou do calor, e acordar claramente e com um documento escrito assinado por todos os participantes quem o guardará para evitar confusões ou disputas caso este ano a sorte acompanhe.

 

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