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Ben Towers, o menino que teve sucesso nos negócios aos 11 anos

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Ben Towers, o menino que teve sucesso nos negócios aos 11 anos

O menino que triunfou nos negócios aos 11 anos

Ben Towers criou aos 11 anos o seu primeiro site e desde então não parou: montou a sua própria empresa e protagonizou uma fusão de vários milhões de euros

O próprio Ben Towers, na sua página de LinkedIn, explica como tudo começou, em 2010, quando tinha 11 anos:
“Sempre tive uma paixão pela tecnologia e pela criatividade e, quando tinha 11 anos, uma amiga da família desafiou-me a criar um site para ela. Isso levou-me a fazer mais projectos de sites independentes (inicialmente para amigos, mas mais tarde para clientes que não conhecia).”

Ben usou vídeos do Youtube para aprender como montar um site do zero. A partir desse momento, Ben Towers, que nasceu em setembro de 1998, começou a prosperar nos seus negócios numa carreira meteórica que o levou a ser reconhecido como o “menino mais inteligente do mundo” pela revista The Times em 2015 e a ser orador destacado em vários programas e congressos.

Depois de dedicar cerca de um ano e meio a criar sites, Ben trabalhou como distribuidor de panfletos para o jornal local para financiar os seus negócios, mas como ele próprio explica, com o tempo começou a ter “perspetiva empresarial” e conseguiu que a sua própria irmã fizesse esse trabalho por ele, para a pagar, em troca, uma parte do que ele recebia.

Ben Towers, o menino empreendedor

Mais tarde (entre 2014 e 2016), como ele próprio conta, pediram-lhe para trabalhar para a Federação de Pequenas Empresas (FSB) - uma organização que representa as pequenas e médias empresas no Reino Unido - para os ajudar a construir a sua estratégia e lançar uma nova iniciativa para envolver os mais jovens (NextGen, que depois passou a chamar-se Connect).

A sua carreira como orador começou quando foi contactado pelo Young Start-up Talent, uma comunidade dirigida a jovens empreendedores entre os 16 e os 25 anos que procuram iniciar o seu próprio negócio, para falar no seu evento final.

“Rapidamente percebi o impacto positivo que estavam a ter nos futuros empresários. Isso levou-me a envolver-me como diretor interino para trabalhar no crescimento da marca, melhorando a oferta para jovens e patrocinadores e fornecendo mais informação sobre os jovens para os negócios”.

 

Ben Towers: de passatempo a empresa com mais de 26 pessoas

Finalmente, quando Ben Towers tinha 13 anos, transformou o seu “passatempo independente” num negócio, que baptizou como “Towers Design” e onde se contratou como aprendiz.

No início, era apenas ele numa divisão, mas com o tempo começou a contactar marcas maiores - graças à publicidade, ao conhecimento e à confiança -.

O negócio tornou-se rapidamente numa agência de marketing que oferecia serviços completos: contratou um consultor para o ajudar a construir a estrutura da empresa, começou a contratar pessoal - chegou a ter uma equipa de 26 pessoas - e a realizar campanhas para marcas como Pot Noodle, Mazars e Amazon.

Ben Towers, o menino empreendedor

Em abril de 2017, decidiu abandonar o negócio e fundi-lo com a Zest The Agency, da qual se tornou diretor e a partir da qual se focou no crescimento da sua oferta de participação juvenil. Entre os seus clientes estão Virgin Racing, Virgin Care, Expedia, South Eastern Trains e Kent County Council.

Desde então, Ben Towers tornou-se investidor em várias empresas como Griplt, miiCare, ZingZing, PRESS London, Oval Money, GoodBox, Dog Trust ou BrewDog.

Atualmente e desde 2015, Ben Towers dedica-se especialmente a ser orador principal em vários congressos e consultor empresarial, utilizando a experiência que tem em realizar campanhas de marketing para marcas como Champneys, Mazars e o governo do Reino Unido.

 

Além disso, Ben Towers também colabora com a Bullies Out, uma organização de solidariedade que ajuda a apoiar e informar os jovens, as escolas e as empresas sobre o bullying e os seus efeitos.

Segundo Ben, o seu papel consiste em “promover o trabalho da Bullies Out e criar consciência sobre o bullying”.

“Depois de experienciar o problema em primeira mão, quando quis prosperar e dirigir o meu próprio negócio, sei exatamente os efeitos que pode ter e por isso dou um apoio enorme” a esta organização, explicou num post no LinkedIn.

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