Comunicados de imprensa
11 de fevereiro – Dia Internacional da Internet Segura Internet segura em casa: como proteger crianças e idosos sem renunciar aos benefícios da tecnologia
Controlo adaptado, fomentar o equilíbrio digital, apostar em tecnologia confiável e com cuidado à distância são algumas das chaves para evitar a exposição dos mais pequenos e idosos a possíveis riscos tecnológicos. Num contexto em que a proteção dos menores no ambiente digital está a gerar um intenso debate social e preocupa cada vez mais as famílias, garantir um uso seguro da Internet tornou-se uma prioridade. Atualmente, as crianças acedem cada vez mais cedo à tecnologia e mais pessoas idosas entram no mundo digital, pelo que contar com ferramentas que protejam sem complicar o dia a dia é fundamental para desfrutar das suas vantagens com confiança e tranquilidade. A segurança digital já não depende apenas de limitar o acesso, mas de acompanhar as famílias para entender e aplicar a tecnologia de forma adaptada a cada etapa da vida. A chave está em combinar acompanhamento, ferramentas adequadas e hábitos digitais saudáveis que permitam aproveitar todo o potencial da Internet com segurança. Por ocasião do Dia Internacional da Internet Segura, SPC, marca espanhola de eletrónica de consumo, partilha uma série de recomendações para ajudar a criar ambientes digitais mais seguros e fomentar uma relação equilibrada e responsável com os dispositivos. A importância de proteger o desenvolvimento digital das crianças O acesso à tecnologia e à Internet oferece grandes oportunidades para a aprendizagem, a criatividade e o entretenimento dos mais pequenos. No entanto, um uso sem orientação nem proteção pode expor os menores a conteúdos inadequados ou interações indesejadas. O desafio não é apenas restringir o acesso, mas ensinar a conviver com a tecnologia de forma segura. Por isso, contar com ambientes digitais preparados, realizar uma introdução segura, gradual e acompanhada à tecnologia, assim como manter uma comunicação aberta em casa, é fundamental. 1. Configurar controlos adaptados à idade e evolutivos: existem diferentes dispositivos com e sem acesso à Internet, assim como aplicações que permitem limitar o acesso a certos conteúdos, estabelecer tempos de uso ou supervisionar os contactos com quem o dispositivo comunica. Escolher dispositivos e configurá-los de acordo com a idade e a maturidade da criança é fundamental para garantir um ambiente seguro. Neste percurso progressivo, as tablets podem tornar-se o primeiro contacto supervisionado com conteúdos educativos; os smartwatches 4G e GPS, numa introdução à comunicação segura e controlada; e, por último, um telefone sem ligação à Internet pode ser um passo prévio ao smartphone ao oferecer uma ferramenta de comunicação e mais autonomia sem acesso completo à Internet. 2. Acompanhar o seu uso, não apenas supervisionar: mais do que vigiar, é importante que as famílias se interessem pelo que fazem na internet. Manter um diálogo aberto sobre o que fazem online, que conteúdos consomem e com quem interagem, assim como explicar-lhes os possíveis riscos, como a exposição a informação inadequada ou o contacto com pessoas desconhecidas, ajuda a que desenvolvam um critério próprio e adotem hábitos responsáveis desde tenra idade. 3. Promover o descanso e o equilíbrio digitalpara que as crianças desenvolvam hábitos digitais saudáveis, é fundamental combinar o uso de dispositivos com atividades fora do âmbito digital, como brincar ao ar livre, a leitura, o desporto ou momentos partilhados em família. Estabelecer pausas regulares, horários de descanso e limites de uso ajuda a proteger o seu bem-estar físico e emocional, evitando a sobreexposição e a fadiga visual ou mental. Contar com ferramentas desenhadas para acompanhar o uso da tecnologia pode trazer tranquilidade extra às famílias. Soluções como SMART CLAN da SPC, pensadas para funcionar em conjunto com os wearables 4G da marca, permitem a pais e tutores manterem-se conectados com os menores de forma simples e segura. Este tipo de ferramentas facilita um equilíbrio entre autonomia e proteção, permitindo que as crianças explorem o ambiente digital enquanto as famílias ganham tranquilidade. Tecnologia fiável e respeitadora para gerar confiança digital nos idosos Para muitas famílias, a tranquilidade também passa por saber que os seus idosos utilizam a tecnologia de forma segura. Esta, aplicada corretamente, pode tornar-se uma grande aliada para manter o contacto com familiares e amigos, aceder a serviços ou reforçar a sua autonomia. 1. Acompanhamento sem invadir: oferecer apoio de perto, esclarecendo dúvidas de forma respeitosa e paciente, assim como explicar como identificar possíveis fraudes é fundamental. Trata-se de acompanhar, ensinar e dotar-lhes de ferramentas para que ganhem confiança e promover a sua autonomia, evitando atitudes e mensagens paternalistas. 2. Tecnologia simples e intuitiva: interfaces simplificadas, dispositivos adaptados às suas necessidades e aplicações intuitivas facilitam que os idosos possam explorar e aprender de forma independente e positiva. 3. Cuidados e assistência à distância: contar com soluções que permitam oferecer ajuda remota na configuração dos dispositivos dos nossos idosos traz segurança, tanto para eles como para os seus familiares, especialmente quando não podem estar presentes. Este tipo de apoio permite que os mais velhos se sintam encorajados a “mexer” nos seus dispositivos, conhecer as suas funcionalidades e gerir ajustes, sabendo que contam com suporte e assistência à distância quando necessário. Soluções como SPC Care, a aplicação de gestão remota de telemóveis e smartphones sénior da SPC, facilitam este apoio à distância, permitindo a familiares e cuidadores orientar a configuração do dispositivo, esclarecer dúvidas e ajustar parâmetros sem invadir a privacidade nem interferir na autonomia do utilizador.
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